07 novembro 2008
Six Organs of Admittance
"Shelter from the Ash" from Shelter from the Ash (2007)
Photographed by Aaron Platt
Directed by Cam Archer
Caixa Económica Operária, Lisboa 7 Nov
22h
O Marinheiro Que Perdeu as Graças do Mar
CINEMA
> AFRAID TO DIE
DE YASUZO MAZUMURA COM YUKIO MISHIMA (1960)
15:00
> O MARINHEIRO QUE PERDEU AS GRAÇAS DO MAR DE LEWIS JOHN CARLINO COM SARAH MILES E KRIS KRISTOFFERSON (1976)
17:00
> MISHIMA: A LIFE IN FOUR CHAPTERS
DE PAUL SCHRADER (1985)
19:00
22 de Novembro
TEATRO
> SENHORA DE SADE
DE YUKIO MISHIMA DIRECÇÃO DE CARLOS PIMENTA
Dias 21, 22 e 24 de Novembro às 21:00
Dia 23 de Novembro às 19:00
DANÇA
> QUICK SILVER
DE KO MUROBUSHI (BUTÔ)
28 e 29 de Novembro às 21:00
> MISHIMA. MANIFESTO DAS LÂMINAS
EXPOSIÇÃO DE TIAGO MANUEL
Galeria Mário Cesariny
> AS PRIMEIRAS EDIÇÕES DOS LIVROS DE YUKIO MISHIMA
Exposição
> A CAMINHO DO JAPÃO, À BOLEIA DA ESCRITA
OFICINA DE CALIGRAFIA JAPONESA PARA ESCOLAS, ADULTOS E FAMÍLIA
Um Esboço do Nada
Ciclo Mishima
CCB 03 a 30 Nov
21 outubro 2008
Little Bit of Sunshine

"parede de flores" by Zito C.
Bit Sounds
Viagem ao interior de uma caixa de música avariada
Fragmentos de sons tecidos com apontamentos de luz
Para ouvir hoje e todas as terças seguintes quando forem 18h
Rádio Zero
20 outubro 2008
Let’s Get Lost (in the deep blue)
Bruce Weber, Let’s Get Lost 120' (EUA 1989)
«Quando Bruce Weber (o célebre fotógrafo de moda), conseguiu chegar perto do seu ídolo Chet Baker, um dos mais geniais trompetistas da história do jazz, a vida do músico era já um mundo em queda marcado pelo alcoolismo e pela dependência às drogas. Let’s Get Lost é uma viagem feita de contrastes entre duas épocas distintas no percurso do artista: dos auspícios da sua carreira nos anos 1950 à decadência dos seus últimos anos na década de 1980. Um filme que nos oferece imagens raras das suas primeiras actuações e juventude, entrevistas com amigos, familiares e amantes.»
(doclisboa2008)
São Jorge (sala 3), 20 OUT. 23:30
17 outubro 2008
William Claxton, a Jazz Life

William Claxton, Young Beethoven (Chet Baker), 1954
William Claxton, Steve McQueen, 1962
William Caxton, Fotografo (1927 - 2008)
16 outubro 2008
Jules et Jim
François Truffaut, Jules et Jim (Fr. 1962)
«JULES ET JIM é um título fundamental, não só da Nouvelle Vague como também de toda a obra de Truffaut, que ousou realizar um filme “de época”, o que era absolutamente insólito para o jovem cinema de então, guardando o tema da liberdade sexual, que era uma das marcas da Nouvelle Vague. Baseado num romance de Henri-Pierre Roché, o filme conta a história da relação triangular entre dois homens e uma mulher, numa construção em espiral, espécie de “pathos” eufórico, rumo a um final tão trágico quanto pacificador. Para JEANNE MOREAU, Henri Serre e Oskar Werner bastava este filme como garantia de imortalidade.» (Folhas da Cinemateca)
Cinemateca Portuguesa, 17 Out
Le Tourbillon de La Vie
Música de Serge Rezvani, interpretada por Jeanne Moreau.
Banda sonora original do film Jules et Jim de François Truffaut.
Elle avait des bagues à chaque doigt,
Des tas de bracelets autour des poignets,
Et puis elle chantait avec une voix
Qui sitôt m'enjôla.
Elle avait des yeux, des yeux d'opale,
Qui me fascinaient, qui me fascinaient.
Y avait l'ovale de son visage pâle
De femme fatale qui m'fut fatal (bis).
On s'est connus, on s'est reconnus,
On s'est perdus de vue, on s'est r'perdus d'vue
On s'est retrouvés, on s'est réchauffés,
Puis on s'est séparés.
Chacun pour soi est reparti.
Dans l'tourbillon de la vie
Je l'ai revue un soir, aïe, aïe, aïe
Ça fait déjà un fameux bail (bis).
Au son des banjos je l'ai reconnue.
Ce curieux sourire qui m'avait tant plu.
Sa voix si fatale, son beau visage pâle
M'émurent plus que jamais.
Je me suis soûlé en l'écoutant.
L'alcool fait oublier le temps.
Je me suis réveillé en sentant
Des baisers sur mon front brûlant (bis).
On s'est connus, on s'est reconnus.
On s'est perdus de vue, on s'est r'perdus de vue
On s'est retrouvés, on s'est séparés.
Dans le tourbillon de la vie.
Chacun pour soi est reparti.
Dans l'tourbillon de la vie.
Je l'ai revue un soir ah là là
Elle est retombée dans mes bras.
Quand on s'est connus,
Quand on s'est reconnus,
Pourquoi se perdre de vue,
Se reperdre de vue ?
Quand on s'est retrouvés,
Quand on s'est réchauffés,
Pourquoi se séparer ?
Alors tous deux on est repartis
Dans le tourbillon de la vie
On à continué à tourner
Tous les deux enlacés
Tous les deux enlacés.
03 outubro 2008
O Vulcão que é Anna Magnani
Cinemateca Portuguesa, 04 Out
25 setembro 2008
Beach House ou o Regresso ao Lugar de Onde Nunca Se Saiu
Beach House, Holy Dances - Devotion (2007)
29 agosto 2008
Não Te Posso Ver Nem Pintado
O novo percurso expositivo reunirá cerca de uma centena de obras, sobretudo pintura, mas também fotografia, das quais cerca de metade nunca antes expostas ao público, cujo tema assenta no percurso da pintura, essencialmente a figurativa, depois das grandes rupturas na arte do século XX.
26 agosto 2008
He Is a Bird
01 agosto 2008
PHoto España 2008
Florian Maier-Aichen, Untitled (2005)
c-print 183 x 229.8 cm
Em exposição no múseu Thyssen-Bornemisza, Madrid
PhotoEspaña2008
XI Festival Internacional de Fotografia y Artes Visuales
Madrid, Cuenca e Portugal
30 julho 2008
Tom Waits ao Vivo ou A Reinvenção do Surrealismo
Tom Waits ao vivo no Grand Rex, em Paris, no passado dia 24 de Julho.
29 julho 2008
Avant de Hiroshima et Marienbad, il ya eu Guernica
Alain Resnais e Robert Hessens, Guernica (Fr. 1950)
A partir da obra de Picasso, Alain Resnais e Robert Hessens realizaram em 1950 a curta metragem Guernica, baseada no quadro, esculturas e desenhos do pintor sobre a obra. O filme ilustra a barbárie que foi o bombardeamento da cidade Basca, pela aviação alemã, em 27 de Abril de 1937, durante a guerra civil espanhola.
Com textos do poeta Paul Éluard, na voz de Jacques Prouvosct e María Casares e música de Guy Bernard, é um poema brutal feito de imagens de dor, sangue, sofrimento e resistência humana.
Ambas as obras a ver no Museu Nacional Centro de Arte Rainha Sofia (Madrid)
Filme disponível com também com legendas em espanhol:
Parte I
ParteII
28 julho 2008
Joy Division - Real, Irreal
«Em 1976, quatro jovens de Manchester assistem juntos a um concerto dos Sex Pistols. Pouco tempo depois formam uma banda chamada Joy Division, a qual vai durar apenas três anos, não resistindo à morte do seu carismático líder, Ian Curtis. Trinta anos depois, os Joy Division gozam de uma popularidade e influência maiores do que nunca (e o recente “Control”, biografia ficcionada de Ian Curtis, veio também ajudar a alimentar o mito), com um profundo legado que tem fortes ecos na indústria musical e na cultura pop actual. O documentário de Grant Gee recorre a entrevistas com Bernard Sumner, Peter Hook e Stephen Morris (os membros sobreviventes da banda, desde então agrupados nos New Order), bem como do antigo carismático director da Factory Records Tony Wilson, de Peter Saville (designer por trás das capas dos álbuns da banda), do fotógrafo e realizador Anton Corbijn e da jornalista belga Annik Honoré, para contar a história da banda, com a ajuda de material de arquivo inédito, fotos e gravações recentemente descobertas. O filme é também uma viagem por Manchester desde os anos 70 (“uma cidade onde nada era bonito”, como diz um dos entrevistados) até hoje.» (indielisboa2008)
Grant Gee, Joy Division (R.U. doc. 2007)
Exibido no Indie Lisboa 2008, agora em exibição em algumas (poucas) salas do país
